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Início Blog do Pai de Santo GUIAS DA UMBANDA NUNCA FAZEM PREVISÕES DO FUTURO! (Se fazem não são guias!)
GUIAS DA UMBANDA NUNCA FAZEM PREVISÕES DO FUTURO! (Se fazem não são guias!)
Escrito por Pai Paulo   
Espíritos sérios nunca fazem previsões do futuro!

mutreta


Prezado visitante, dependendo da sua capacidade de avaliação, você compreenderá este relato, leia até o final e reflita!

É comum as pessoas se aproximarem da Umbanda atrás de coisas que não merecem receber e em outras situações, querem saber do futuro - ex: Se serão felizes no namoro, no casamento, no trabalho, nos negócios, etc.


Outros mais pedem ajuda para vender carros, terrenos, casas, resolver problemas na justiça que estão demorando em se resolver, pedem ganho de causa em ações onde são os errados imaginando que os guias da Umbanda pactuarão com a coisa errada e por ai vai...

Pois bem, o assunto quando é abordado num templo sério e o guia incorporado "de fato" em seu médium, transmitirá ao consulente de forma educada que os seus objetivos ao comparecer aos trabalhos são espirituais e contornará o assunto sem magoar ou constranger a pessoa, mostrando a ela a seriedade de todas as religiões e quais assuntos podemos abordar junto ao plano espiritual.

Se o local não for sério, e isso independente de estar escrito em sua porta a palavra Umbanda, o que ocorrerá é que as previsões serão sempre feitas por enganadores (encarnados ou não)!

Mas esses assuntos não ocorrem apenas nos dias atuais, há mais de 2000 anos esses assuntos também ocorriam, vamos analisar a seguinte passagem do Evangelho Segundo o Espiritismo.


"Jeremias e os falsos profetas"

Isto diz o Senhor dos exércitos. (
Deus)

Não queiras ouvir as palavras dos profetas, que vos profetizam e vos enganam; eles falam as visões dos seus corações, e não da boca do Senhor.

Dizem aqueles (os falsos profetas) que me blasfemam:
- O Senhor o disse; vós tereis a paz!

E a todos aqueles que andam na corrupção do próprio coração, disseram:
- Não virá sobre vós o mal.

Mas qual deles assistiu (
obedeceu) ao conselho do Senhor, viu e ouviu a sua palavra?


- Eu (
Deus) não enviei estes profetas, e eles corriam; não lhes falava nada, mas eles profetizavam.

- Tenho ouvido o que disseram os falsos profetas, que em Meu nome profetizam a mentira, e dizem:

"Sonhei, sonhei, tenho sonhado"!

Até quando se achará isto no coração dos falsos profetas que vaticinam (
predizem) a mentira, e que profetizam as seduções do seu próprio coração?

Pois se te perguntar este povo, ou o profeta, ou o sacerdote, dizendo:

Qual é o peso do Senhor?

- Dir-lhes-eis:

- Vós sois o peso, porque Eu vos hei de arrojar (atirar para longe), disse o Senhor.

(Jeremias, XXIII: 16-18; 25-26; 33)


Essas palavras indicam claramente que já naquela época os charlatães e os enganadores, abusavam do dom de profecia e a exploravam junto ao povo.
Abusavam, portanto, da fé simples e quase cega do povo, predizendo (por dinheiro) coisas boas e agradáveis aos seus ouvintes.

Essa espécie de embuste estava bastante generalizada entre os judeus, e é fácil compreender que o povo, em sua ignorância, estava impossibilitado de distinguir os bons dos maus, e era sempre enganado pelos impostores ou fanáticos que se diziam profetas.

Nada é mais significativo do que estas palavras:


"Eu (Deus) não enviava estes profetas, e eles corriam; não lhes falava nada, e eles profetizavam".

"Tenho ouvido o que disseram os profetas que em Meu nome profetizam a mentira, dizendo: sonhei, tenho sonhado".

Indicava, assim, um dos meios então empregados para explorar a confiança do povo. A multidão, sempre crédula, não pensava em lhes contestar a veracidade dos sonhos ou das visões, porque achava tudo muito natural e convidava sempre os profetas a falarem.

Deve-se ouvir os sábios conselhos do apóstolo São João, quando diz:

"Não creias em todos os Espíritos, mas provai se os Espíritos são de Deus".


Porque, entre os invisíveis, existem também os espíritos zombeteiros que se comprazem em enganar aos médiuns quando encontram essa oportunidade, iniciando o processo obsessivo atirando-os no erro.

Os enganados podem ser, portanto, os médiuns que não tomam as necessárias precauções e se tornam vitimas de obsessores ferrenhos.

Temos nisto, sem dúvida, um dos maiores obstáculos, contra os quais muitos se chocam, sobretudo quando são novatos no Espiritualismo.

É uma prova, de que não podemos triunfar, senão, com muita prudência.

Pois bem, nessa passagem entende-se que há mais de 2000 anos, os vagabundos já existiam e enganavam as pessoas fazendo previsões em troca de dinheiro, fato que atravessou os séculos e ocorre até nossos dias.

A origem da coisa errada é, portanto, o próprio homem de mau caráter, que abusa da sua inteligência e liberdade para enganar as pessoas que muitas vezes os procuram desesperadas em busca de ajuda e acabam tornando-se vitimas de espertalhões e outros tipos mais portadores de caráter duvidoso.

Desta forma, em locais de moralidade precária o que sempre ocorrerá será o engodo e a enganação daqueles que não possuem discernimento para avaliar o que ouvem nesses locais.


Imagine um templo onde se reúnem pessoas de mau caráter, moralidade duvidosa e com objetivos mesquinhos.

Os trabalhos são abertos normalmente evocando Orixás e demais guias da Umbanda.

Uma vez abertos os trabalhos, entende-se dessa forma, (pela lógica), que os Orixás e os guias da Umbanda NÃO ESTARÃO PRESENTES NO LOCAL, por terem aversão ao ambiente e por saberem que não serão ouvidos e compreendidos pelas pessoas presentes na ocasião, apesar da evocação.

Nessa situação estará valendo a "lei da correspondência vibratória" onde o semelhante atrairá seu semelhante, desta forma, nesse ambiente estará também presente um mundo espiritual mesquinho e enganador.


Templo de Umbanda não é oráculo
para se ter de pronto atendimento.

Definindo a palavra oráculo.
Na antiga Grécia e em Roma, oráculo era a resposta a uma pergunta feita a um de seus deuses através de um sacerdote (um médium). O objetivo era portanto "saber do futuro ou do presente" que fosse obscuro e uma pessoa estaria vivendo!

Portanto, é um erro permitir esse tipo de ocorrência dentro de um templo de Umbanda. Perguntar sobre assuntos sérios da espiritualidade a um guia é uma situação, agora perguntar se namoricos vão dar certo, é uma afronta.

Os guias da Umbanda não comparecem aos trabalhos para dizer o que as pessoas querem ouvir e sim:


O que precisam ouvir!

Baseado no exposto a própria lógica traduz que um espirito dado a fazer previsões do futuro de alguém, não é um espirito sério e sim, um zombeteiro mistificador de nossos guias.

(Zombeteiro = Espirito mentiroso)


Reflita!



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